terça-feira, 15 de abril de 2014




“Os casais bonitos são aqueles que acima de namorados, são amigos. Brincam, brigam, tiram sarro um do outro, se mordem, beliscam, mas se amam de um jeito que nenhuma pessoa do mundo consegue duvidar. Amor não é só beijos e amassos. Amor é cuidado, amor é carinho, amor também é amizade.”
— Pedro Bial


Foto: ~/Rita

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Foto: ~/Rita


“Em cada gesto, olhar, pensamento, cada vez que o coração batia mais forte, as mãos suavam, o nervosismo tomava conta, aquela necessidade de estar perto que sem nenhuma cerimônia florescia na minha mente. A cada sorriso, conversa, noites em claro, era o amor me fazendo perceber que minha felicidade passou a ter nome e sobrenome.”
— Setembros. ~/Rita


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Foto: Quero que se dane este povo medíocre e seu falso moralismo. A vida é minha e eu faço o que eu quiser. Não gostou? Problema teu. /Rita Martins da Silva

A dor é inevitável, o sofrimento é opcional. E com concerteza o que não me mata, me fortalece! /Rita

Foto: Bom dia... e sorria..

Quando as palavras lhe faltam, a melhor coisa é calar a boca. Quanto mais você tem a dizer, menos palavras ocorrem. Quanto menos você fala, mais você pensa. Quanto mais você pensa, mais coisas você tem a dizer. É um paradoxo perfeito para você mesmo - PC Siqueira

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“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.”
— Chico Xavier.

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“Fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.”

— O Diário de Anne Frank.


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